O meu amigo Simon é um exemplar fantástico. Diz seja o que for à frente de quem for e com uma tranquilidade impressionante! Por exemplo, numa noite destas em Castelo Branco disse-me que a X tinha um "belo par" e que o estava a deixar ... ... um pouco "nervoso" ;) Perguntou-me como é que abordaria a moça e eu de pronto, em tom de bricadeira respondo:
"Ou páras de olhar para ela, ou então simplesmente sê sincero!"
Claro que não esperava que ele o fosse, mas foi mais forte que ele:
"Ó X... desculpa lá chatear-te, mas é que desde que aqui estamos que ainda não te consegui olhar para a cara uma única vez, com esse decote tão grande."
Risota... e da grande! Até ela ria, espantada, rubra de vergonha.
No outro dia houve uma audição de guitarra e eu fui ver. Antes de começar, eis que o professor de guitarra lhe pergunta onde é que ía ser a noitada naquele dia.
"Ó professor, então você faz uma pergunta dessas ao maior putanheiro de Lisboa? Olhe que se dependesse de mim ainda ía dar por si no degredo, enfiado numa casa de p*t*s às tantas da manhã!"
Só eu sei o que o professor riu!
Mas o ponto forte do meu amigo Simon é a "pontaria", isto é: sempre que manifesta alto e bom som as suas piadas/pensamentos, eis que passa a professora Lulu Ternura. Três bons exemplos remontam até ao mesmo dia numa bela tarde, amena e ensolarada. No primeiro, estava o Simon a ler-me anúncios de putaria que vinham nos classificados de um jornal (sem se aperceber que a dita professora estava a beber um café mesmo à nossa frente):
"Aíííí, ó Czar! Olha para esta - "quarentona bem conservada, bubum comilão, busto copa D, pratica também golden shower e golden shower invertido" - é disto que eu gosto, pá!"
Eu, ciente de que a Lulu estava a ouvir tudinho, riiiiia que nem um desalmado. A professora... bebeu o resto do café de uma só vez e saíu dali a 100km/h.
Uns minutos mais tarde está o Simon de cigarro apagado na boca. Vem um outro colega de isqueiro na mão para lhe dar lume e ele reage:
"Obrigado, pá! Mas não é preciso porque o que eu gosto mesmo é de chupááááááááááááá-lo (dito assim em tom perverso)!!"
Uma vez mais a Luizinha, com cara de incómodo passa por detrás de nós... tudo a rir, claro está. Mas como não há duas sem tr3s, eis que um ou dois minutos depois ela pára novamente atrás de nós, a contar umas fotocópias. O Simon estava como sempre, de cigarro nos queixos. Lança a beata e diz-me assim:
"Já são horas de ir para a aula. Sabes, cada vez mais gosto de Análise (Estudos Teórico-Analíticos). Até fiz uma frase e tudo, vê lá se gostas - Análise's beautiful (que se assemelha à sua real intenção - Anal (lido em português) is beautiful)!"
A pobre Lulu (espécime nervoso por natureza) estava mais impaciente que nunca a remexer na papelada e tremendo que nem uma vara lá fugiu uma vez mais a 200km/h... foi um momento fantástico!
No outro dia fomos ao bar da escola almoçar. Éramos 4, incluíndo o Simon. O bar estava pouco composto, pois ainda era cedo. Havia uns senhores numa mesa, umas alunas noutra e um ou outro gato-pingado encostado ao balcão. Eu pego no maço de tabaco de um onde se lia - "Fumar pode causar impotência sexual". Comentei com eles que se não deixam de fumar pelos malefícios já conhecidos, então que pensem bem naquela pequena frase! O Simon não podia falhar:
"Ó Czar, mentaliza-te de uma coisa: Enquanto houver língua e dedo, não há mulher que meta medo!"
Nunca ri tanto na vida até porque enquanto ele dizia aquilo, um estranho silêncio invadiu a sala, o que fez com que toda a gente olhasse para ele. E ainda por cima acompanhou a frase de um gesto bem explícito... ehehehehehehehehe... O melhor de tudo é que um dos senhores a assistir a tão perverso teatrinho é pai de uma das alunas menores do grande Simon... :s
Ainda assim um amigo dos grandes, o grande Simon. Um grande abraço para ti, rapaz!
E como apreço à nossa amizade, uma música te dedico, bem conhecida tua!
É isto que faz com que adore fotografia. Por vezes um simples "click" exprime mais que milhões de palavras. Não é?
Para os "meninos" que me chamam "o romântico" ou "o conservador", cá vai aquela que para mim é uma das melhores declarações de Amor de sempre, para verem de vez a minha nobre perspectiva em prol das suas de "sodomia e cacetada"!!! ;p [Pena que no vídeo não aparece o diálogo todo :( ]
William: Of course, running a farm is a lot of work.
(Claro, gerir uma quinta dá muito trabalho.)
But that will all change when my sons arrive.
(Mas isso vai mudar quando os meus filhos chegarem)
Murron: So, you've got children.
(Então, tu tens filhos.)
W: Well, not yet. But I was hoping that you could help me with that.
(Bem, ainda não. Mas esperava que me ajudasses com isso.)
M: So you want me to marry you, then?
(Então tu queres que eu case contigo?)
W: Well, it's a bit sudden, but all right.
(Bem, isso é um pouco súbito, mas pode ser.)
M: Is that what you call a proposal?
(É a isso que chamas um pedido de casamento?)
W: I love you. Always have. I want to marry you.
(Eu amo-te. Sempre te amei. Quero casar contigo.)
:D
Nanny McPhee
Este é um daqueles filmes que me fazem reviver parte da minha infância. Ainda bem que a Nanny McPhee não se cruzou comigo, senão.... coitada dela ;) Lembro-me do meu primeiro dia de aulas na escola primária, por exemplo, em que apliquei os meus dotes futebolísticos nas canelas da professora... momento lindo... ou quando perguntei à professora se podia ir à casa de banho (já bem à rasca) e a p*t# me responde "Agora não, menino Peças"... juntei o útil ao desagradável e mijei-me todo como que em protesto e consegui uma viagem para casa mais depressa :D
É um filme tão mágico que deve ser visto, nada mais nada menos, que tr3s vezes de cada vez!!!
"My name is Fartworthy... FART-worthy!"
=D
Se há tema tabu na nossa sociedade não é de certeza o "Sexo". Disso toda a gente fala...uns até demais. E então se de um peido se tratar? Aí já ninguém se pronuncia. Mas porquê? Afinal de contas não há ninguém que seja isento de metano na tripa. E em boa verdade escrevo, há por cá muita malta fã de feijoada e grão-de-bico!
Recordo-me de um momento bastante difícil. Como cenário uma sala de aula, repleta de malta; o elenco era simples: a professora como "estrela", eu e o gordo do Manuel na mesa da frente como secundários. Os outros apenas figuravam. A acção desenrolava-se algures numa conquista qualquer, em tom monocórdico. Subitamente eis que a vedeta cruza as pernas, dá uns passos, torna a cruzar, apoia-se na nossa mesa e ZÁS (ou melhor, Pfffffffffffffffff) - uma brisa agreste e bravia inunda a atmosfera confinante ao nosso cantinho...
Rir ou não rir? Eis a questão
O gordo fita-me perplexo. Trocamos uns sinais como quem profetiza "Foste tu, ó javardo!!!", mas em vão. O seu olhar atónito não enganava. Quanto a mim, possuo total controle do tráfego (sentido único) do meu real cu, por isso... A culpada estava desmascarada! No preciso momento em que conseguimos controlar quaisquer sinais de riso, eis que uma réplica nos bafeja com o mesmo fulgor de outrora... Desta feita qualquer tentativa de contenção da nossa parte soou infrutífera - risota até mais não, resultando numa chamada ao "Concelho Divertido", onde fomos injustamente acusados de distúrbios flatulentos na sala de aula.
Aqui vão alguns exemplo de pessoas que preferem abordar de fffffffffffffffffffffffffffforma directa a questão:
E uns quantos mais, um pouco diferentes... ehehehehehehehehheheheh
A solução...